“Eu sou muito estranho. Não gosto de demonstrar estar mal, falar que estou mal… Odeio aquela sensação de ser fraco, de precisar ser cuidado ou depender de alguém… Mas gosto de pensar que os outros reparam em mim o suficiente pra notar que eu tô diferente do habitual e se preocupam, ou se dão ao trabalho de fingir que se preocupam. Então, ao invés disso, de falar o que tá acontecendo, só fico agindo estranho. E quando me perguntam se eu tô mal, eu nego. Mas quero que percebam, e me irrito se não o fazem.”
— Vinícius Kretek.